Filed under: ...nevermind (please!)
Ontem não houve barulheira, apenas remoção de entulho.
Hoje também tem estado calmo.
A razão?
Há uma conferência no auditório e não se pode fazer barulho!
Ontem não houve barulheira, apenas remoção de entulho.
Hoje também tem estado calmo.
A razão?
Há uma conferência no auditório e não se pode fazer barulho!
Teoricamente seriam para acabar as demolições até sexta feira passada…
Hoje, desde as 8 da manhã (sim, eles têm a preocupação de não começar antes das 8, para não incomodar a vizinhança – que está aqui a 150 metros) que oiço duas marretas a malhar nas paredes directamente abaixo, acompanhadas do rugir de dois martelos eléctricos!
Tenho portanto toda uma envolvência estereofónica perfeitamente adequada para perder juízo!
Numa empresa/organização que se preocupe minimamente com os seus funcionários ou, quanto mais não seja, com o seu rendimento, fazer obras tem necessariamente que envolver alguma logística, quer seja realocar as pessoas dos espaços contíguos, quer seja fazer as obras fora do horário laboral.
Cá não! Arranjam-se umas marretas bem pesadas, uns martelos eléctricos, e é desatar a partir paredes enquanto os outros tentam trabalhar e aproveitam para falar no intervalo dos “terramotos”.
Aqui ficam dois momentos, sem absolutamente relação nenhuma…
Ou será que têm? Não sei, estou confuso!
In case you’re wondering: gente parva!
Deve ser realmente um gene muito fácil de propagar… Dasse!
Sim, é o mesmo gajo do “Don’t worry, be happy”… Confesso que não sabia que ele tinha outros trabalhos, mas descobri (ou melhor, descobriram-me) hoje que sim.
Hoje em dia é mais deste género:
É bom quando passamos horas a desfazer qualquer que demorámos horas a fazer.
É especialmente bom quando isso é resultado de decisões de gestão tomadas em cima do joelho por pessoas que não têm (ou não querem ter) a mínima consciência das implicações das suas decisões!
Há um anúncio a iogurtes que se desenrola da seguinte forma:
Duas senhoras deitadas, cada uma na sua marquesa, enquanto recebem massagens nas costas.
A certa altura, uma delas diz, com ar triste: “Ai ai! Quem me dera poder também fazer uma massagem no intestino.”
E ficamos por aqui…
Ontem achei que seria interessante criar uma conta no facebook.
Tendencialmente vou lá ter as mesmas pessoas que tenho no Hi5, mas… ok, I guess!