Filed under: Inner Side
Sim, é o mesmo gajo do “Don’t worry, be happy”… Confesso que não sabia que ele tinha outros trabalhos, mas descobri (ou melhor, descobriram-me) hoje que sim.
Hoje em dia é mais deste género:
Sim, é o mesmo gajo do “Don’t worry, be happy”… Confesso que não sabia que ele tinha outros trabalhos, mas descobri (ou melhor, descobriram-me) hoje que sim.
Hoje em dia é mais deste género:
Ultimamente tem-me custado levantar para vir trabalhar; ando desmotivado; estou farto daquilo que estou a fazer – que ando a tentar largar, mas não me “deixam”, porque depois “disto” vem “aquilo” e dava jeito também o “acoloutro”.
Olho para um canto da secretária e vejo um monte de documentação sobre aquilo de devia e gostava de estar a fazer.
Não está fácil… não está fácil.
Achei o post da Sílvia interessante, pelo que:
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I am a |
You have a sunny disposition and are normally one of the first to show up for the party. You don’t need too much attention from the host once you get there as you are more than capable of making yourself seen and heard. |
E assim se passou uma semana de férias a trabalhar… não aqui no Laboratório, mas “por fora”.
Por enquanto ainda é pouco mais que nada, mas vai ganhando forma a pouco e pouco. Tenho que confessar que está a ser mais difícil porque é demasiada coisa nova ao mesmo tempo, mas sim, é um desafio!
O fds foi passado em Santo André, onde finalmente deu para descansar a cabeça.
E por agora é isto…
Há dois fins-de-semana fez-se uma bela sessão de D&D, na casa do Renato que, como não podia deixar de ser, foi o DM.
Foi bom rir e continuar a fazer as mesmas parvalheiras de roleplay que fazíamos no secundário.
A próxima sessão está para breve
EDIT:
mesmo a calhar
(tkx pelo share, Bruno
)
E assim se fizeram -2.
Obrigado a todos os que se lembraram.
Obrigao ao Telmo e ao Renato pelos B52’s
Apetece-me deixar aqui umas palavras sobre quarto filmes que vi, dois deles recentemente e outros dois há uns meses…
Os seus nomes: “Hancock” e “Hellboy 2″ como os mais recentes e “I am legend” e “Transformers” como os mais antigos.
Antes de qualquer preconceito de quem leia isto, havia potencial nas estórias, não se pode negar (talvez não tanto no hellboy, mas…), para quem gosta de uma ficção científicazinha onde mergulhar umas bolachas.
Pois é, “havia” mas não houve!
Qualquer um dos filmes é abordado com tremenda leviandade, não há respeito por nada (seriedade, regras, leis da física e claramente não é possível que tenha sido seguida uma estória original) e é enaltecida constantemente a estupidez e ignorância do povo americano.
Porque é que tem que haver uma comic relief ridícula que faz barulhinhos que tais?
Porque é que continuam a fazer saltinhos anti-naturais utilizando cabos, que até seriam interessantes se fossem bem conseguidos?
De certo modo até faz sentido, porque é para eles – os americanos – que os filmes são dirigidos: para serem consumidos acerbada embora acefalamente; ou melhor, com a mesma leviandade inconsequente usada para os fazer.
Fiquei irritado e cada um deles foi uma desilusão! Facilmente catalogados como “um filme ridículo de um conto provavelmente interessante”.
Passou-me isto pelo ouvido no outro dia:
Tenho saudades de ler um livro… mas daqueles em papel. Sim, porque os últimos que li foram em pdf!!!
De tempos a tempos apanhamos uns álbuns que nos deixam boquiabertos. Este ano tem acontecido com mais frequência do que é costume, embora só ainda tenha referido uma neste blog [José Cid, se bem se lembram], devido à falta de tempo e inspiração para tentar escrever algo que de facto faça justiça aquilo a que se refere. Ainda não vai ser hoje que vou escrever sobre as atrasadas, mas lá hei-de chegar.
Em vez disso, e porque acho absolutamente que o devo fazer porque a minha mente não pára de se surpreender a cada repeat da playlist, vou escrever umas palavras sobre o último trabalho de “The Devin Townsend Band” ou “DTB” para os amigos, intitulado “Ziltoid: The Omniscient”.
Primeiro umas palavras sobre o artista:
Para quem conhece o artista (Devin Townsend) e acompanha os seus trabalhos em ambos os seus (principais) projectos, nomeadamente “The Devin Townsend Band” e “Strapping Young Lad”, sabe do que falo quando digo que o senhor foge ao conceito de normal (e que foge até de alguns conceitos de anormalidade, o que resulta na adjectivação de “para lá de completamente passado”). Para bem dos seus fãs, a sua “passadice” resulta normalmente em sonoridades e composições espectaculares, sendo-o mais ainda pelo facto de não se restringirem a um “peso” especifico, ou seja, tanto temos momentos de puro peso e “caos industrial” (?), como temos momentos capazes de servir de música de fundo para adormecer criancinhas. Temos ainda, entre esses dois extremos, praticamente tudo o resto, o que faz de Devin Townsend uma fonte inesgotável de prazer auditivo e de surpresas. Está-se assim perante um artista do qual “gostar” pode vir um pouco depois de “compreender”, o que, quanto a mim, se pode dizer de qualquer génio!
Agora: Ziltoid!
“Ziltoid: The Omniscient” é simplesmente genial e talvez um dos trabalhos mais criativos de Devin Townsend.
Ziltoid, um ser que se diz omnisciente (tão omnisciente que, segundo ele, se houvessem duas omnisciências ele seria ambas) decide vir dos confins do Omniverso até ao planeta Terra em busca da melhor chávena de café (preto) deste Universo.
Não sendo o café tão bom assim e desconfiado de que os humanos estão a esconder o seu melhor grão, Ziltoid prepara um ataque para destruir o planeta.
Entretanto, na Terra, o “Captain Spectacular” prepara-se para travar o ataque do vilão.
(Não quero estragar mais surpresas, por isso vão ouvir o álbum.)
Acho que este álbum é um dos mais bem conseguidos álbuns conceptuais que já ouvi (não, não digo “melhor conseguidos”).
E mais não digo…