Less of a cat
Depois de ter ficado completamente alucinado pelo encontro com outro gato, na casa dos meus pais, e depois de me ter arranhado a mim e à minha mãe no seguimento desse mesmo encontro, a decisão foi tomada: o Eco seria castrado.
Depois de voltarmos de Santo André ele acalmou, mas após falarmos com vários veterinários, cuja opinião era sistematicamente a mesma e a favor da castração, avançámos com a decisão.
Desta forma, faz hoje uma semana que o meu gatito ficou um pouco menos gatito.
Correu tudo bem, já está praticamente recuperado e com uma dieta totalmente renovada.
Ontem acabou a medicação e, com ela, acabou-se a comida húmida.
Agora só comida sólida e especial, por causa do sistema urinário, que tende a ficar mais susceptível a infecções depois da castração.
Stash
Eram pedras, pedaços de tubo e de vidro de garrafas de cerveja, caricas e esferovite.
Tudo muito bem acomodadinho atrás do rodapé amovível dos moveis da cozinha.
Da próxima vez que andar a ver casas, vou encavacar um ou dois vendedores.
Belo
Nada melhor para descansar de uma semana de trabalho do que passar o fim de semana doente!
Gostei mesmo muito, especialmente porque lá fora o sol estava fantástico.
Valeram umas séries, uns filmes, uns tiros no Ghost Recon 3 (e que saudades que eu tinha de tiros) e muitos mimos da minha menina.
MEO
Li este post da Inês e achei que deveria fazer um do género, relatando a minha experiência, até porque há mais pessoal amigo interessado na coisa.
Recapitulando um pouco (já foi descrito neste post) a confguração que tenho em casa é: router/adsl modem no escritório; ligação à box (na sala) por powerline.
A experiência que tenho tido em termos de internet é do melhor que tive com todos os serviços por onde já passei. Nunca tive quedas de internet e normalmente, quando as fontes são boas (e numerosas, claro
) os downloads chegam aos 1.1 M/s. No que toca à wireless também não tenho problemas (salvo quando a Wii embirra que não se quer ligar…).
A box é algo ruidosa o que, confesso, me incomoda um pouco (culpa do disco, simplesmente). Tal como a Inês também opto por a desligar durante a noite ou quando não estou em casa, embora nos primeiros meses não o fizesse, o que nunca resultou em quaisquer problemas. O standby não é realmente grande standby, o que também não pode ser exigido, uma vez que em standby todas as funcionalidades do OS da box continuam activas (ela pode continuar a receber informação e a escrever no disco, por exemplo, para fazer gravações).
A qualidade do serviço de TV está agora um pouco pior… já tenho algumas quebras pontuais de 2-3 segundos, o que inicialmente _nunca_ acontecia. Suponho que seja fruto de estarem a pendurar umas centenas de pessoas nas mesmas infrastruturas. Tanto quanto sei, é o procedimento habitual com todas as operadoras e com todos os serviços…
Pois bem… (parte 3)
No fim de semana passado contratámos uma empregada para tratar das aspirações da casa, que por estar numa zona de obras, está sempre um pouco suja.
Depois de alguma conversa chegámos a acordo e, por 299€ – pagamento único – temos a limpeza quando assim o desejarmos.
Chama-se Roomba 530, caso ainda não tenham entendido.
Até agora: 5 estrelas!
Pois bem… (parte 2)
O prédio vai-nos (condóminos) ser passado pelo construtor dentro de um mês.
As reuniões têm acontecido e têm decorrido sem problemas. Parece que todos nos entendemos suficientemente bem e não há nenhum “má-fila”, pelo menos de momento.
A praceta tem estado a avançar. Já se vai parecendo com qualquer coisa, mas continuo a achar de que ter dois marmelos a trabalhar naquilo é um bocadinho pouco… digo eu, porque eles senti-lo-ão na pele!
Pois bem… (parte 1)
Há já algum tempo que ando para referir aqui no blog alguns dos mais recentes assuntos no que toca à casa. Não tenho fotos aqui comigo para compor o ramalhete, como fizeram a Sílvia ou o Nelson, mas talvez coloque alguma mais tarde. (vou dividir isto por partes para não o pessoal com grandes posts – vês Pires, lá em cima a dizer “parte 1″?).
Há mais ou menos 3 fins de semana a nossa sala mudou um pouco: com a ajuda dos pais (o meu pai e o pai da Sandra) pintei uma das paredes da sala, levando assim a cabo um dos nossos objectivos. A cor seleccionada: laranja (ou, na versão maricas, Amarelo Poente). A minha experiência de pintura resumia-se a umas borradelas no quarto em Santo André, que consistiram em pintar branco sobre um não-tão-branco-mas-branco-ainda-assim, pelo que não havia que correr mal. Mas desta vez havia. Ainda sabendo que me podia dar mal, insisti em ser eu o pintor porque, a correr mal, ninguém teria que me ouvir. A tinta ia secando relativamente rápido, pelo que mesmo depois da segunda-de-mão eu tinha sensação que estava perante uma embalagem de tinta desperdiçada, uma parede assassinada e dores nos antebraços provenientes de justiça divina em vez de causada pelas pinturas. Com o passar do tempo, felizmente, a pintura ficou uniforme e confesso que gosto mesmo muito do resultado final.
Também nesse fim de semana chegaram os nossos cortinados da sala. Depois de um bom bocado a tratar dos varões e buracos e parafusos e caixas de estore, os cortinados ficaram pendurados… e estavam fenomenais – mas era de noite! Na manhã seguinte foi levantar os estores da sala e constatar que o tecido estava danificado nalgumas partes… O resultado? Ficámos novamente sem cortinados e com a busca por fazer mais uma vez.
Passeios e praceta
Têm andado a trabalhar arduamente lá na “minha” urbanização – às 7:00 da matina já eles lá estão a bombar. Não estou a falar das obras nos diversos lotes, mas sim dos passeios e da praceta.
À primeira vista achei estranho construirem passeios à volta de lotes que ainda não estão começados, pela simples razão de que os mesmos vão ser destruidos quando as obras começarem. Só depois é que me explicaram que para que sejam concedidas mais licenças pela Câmara (para se iniciarem novos lotes, obras em lojas, etc), o urbanizador tem que ter determinadas percentagens de “obras de rua” cumpridas (a designação é minha, porque não sei o nome real).
Mesmo que não seja muito correcto do ponto de vista prático, tenho que confessar que é a maneira da urbanização avançar e ter um aspecto mais amigável.
Algumas news
Ontem à noite foram là a casa instalar o MEO, finalmente.
Assim sendo já não vou sofrer mais lavagens cerebrais dos brilhantes canais PT, quando não tenho episódios do “House M.D” para ver e me apetece estar no sofá.
No que toca à instalação (esta parte é mais para ti, Bruno) a coisa foi relativamente simples, embora ao início ainda tenha visto o assunto a complicar: as opções de ligar a box ao router são 3 (wireless – o Trov. ficou com esta; powerline; cabo directo).
“Ah e tal, estamos proibidos de instalar o serviço com a opção wireless para a box! Se calhar vamos ter que colar uns cabos!”
Ao que respondi: “Se calhar não… Se não dá por wireless fica por powerline. Se não der por powerline não fico com o serviço.”
Após os primeiros testes a powerline não funcionava… mas quando desemburrou (faltava dar “calibrar” um dos terminais) ficou a funcionar na perfeição.
Ao fim de 40 minutos estava tudo a funcionar direitinho com powerline.
A minha conta ADSL foi “migrada” para uma conta MEO pelo técnico, pelo que não são esperados problemas alguns na troca de serviços.
Assim sendo tenho o router no escritório de onde deriva o sinal para o emissor da ficha electrica, e a box na sala a puxar o sinal do receptor noutra ficha electrica.
A explicação do técnico é boa se tivermos um gravador… no meu caso serviu para ver o que dava para fazer em vez de como é que se fazia. (nada a que não estejamos habituados, certo?)
Tenho que confessar que e primeira experiência foi excelente… não há praticamente espera nenhuma acima do normal no zapping, e ainda não ocorreram paragens nenhumas no meio de uma emissão. Escolhi os 10 canais extra que me apeteceu (da lista disponível, calro) e hoje, quando chegar a casa e se tudo correr bem, tenho dois episódios gravados à minha espera.
Até agora: muito bom.
Trovoada
Gosto de relâmpagos! Gosto! Há qualquer coisa de magnifico naquelas faiscas colossais e no ronco gutural que se segue.
Ontem tive o prazer de ver uma trovoada do cimo da serra, ou seja, da casa nova. Melhor só mesmo se estivesse sem nada p’ra fazer, no sofázão (que há-de chegar) a comer o belo do gelado e enroscado na menina. Enfim…