Filed under: ...nevermind (please!)
Tem estado frio. Tenho estado frio.
Cheguei há duas horas ao gabinete, que tem o aquecimento no máximo, e mesmo assim ainda estou de casaco e com as canelas e os pés gelados.
Porra, pah!
Tem estado frio. Tenho estado frio.
Cheguei há duas horas ao gabinete, que tem o aquecimento no máximo, e mesmo assim ainda estou de casaco e com as canelas e os pés gelados.
Porra, pah!
… significa ter liberdade para dizer em voz alta algumas coisa que nos vão na alma em determinados momentos.
Ontem à noite sento-me na cadeira de boss e ligo o msn (coisa que há meses não fazia em windows). A primeira coisa que me aparece é:
“Blah blah blah blah, new version. You MUST install this version to continue.”
Ao que eu respondo:
“E tu musts é ir pro c#$%#$inho!!!!” – e passo para linux!
Se a Ticha Penicheiro me aparece à frente e começa com aquelas rabiengas do anúncio, eu juro que não me responsabilizo se lhe meter um pé pelas goelas abaixo…
… é que eu haveria de querer velas com cheiro a “rabanadas”?
Haverá alguém que compre aquilo?
“Humm, que cheirinho a rabanadas!… Era mesmo o que me apetecia! Dá ai uma!”
“Ái não tenho! É só uma vela!”
“Tu tens uma vela com cheiro a rabanadas?”
“Sim, a vela com cheiro a vinho do porto caia-me mal sem comer nada…”
Cacetel, pah…
N’Os Incorrigiveis, hoje:
Muito bom…
Estou convencido de que o Natal trás ao de cima aquilo de melhor há nas pessoas: o dinheiro!
E não é bem trazer “ao de cima”, é mais trazer “ao de fora”, já que é sempre a sair.
Tudo serve de desculpa para nos fazer sentir “pessoas más”, a não ser que se desembolse algum…
Se compras menos de 5000 brinquendos para os putos, és mau (e eu ainda não tenho putos, porque quando tiver… ui… nem sei).
Se não compras o livro da popota (o hipopotamo com cara de co… vagina… se calhar sou só eu que acho que tem) és mau.
Se não ajudas nas 50 campanhas de recolha de alimentos, és mau.
Se não compras o boneco xpto que só custa 5€ e que reverte a favor de xyz, és mau.
Se não telefonas para o fundo de solidariedade não-sei-das-quantas, és mau.
Porra pá! E depois vêm os famosos dizer que “só um bocadinho não custa”! (Já o amigo Taveira dizia a mesma coisa e depois pumba…). Não custa a quem tem muito, pá… Vamos lá parar com as lavagens de cérebro…
(O primeiro título que coloquei neste post foi “Esguicho!”, mas acho que estamos de acordo, pelo menos quem já percebeu ao que se referiria, que não provocaria uma imagem mental muito bonita. Também bonito foi o facto de, mesmo achando que seria muito mau para pôr no título, não ter evitado de referir e exemplificar a intenção, causando na mesma a tal imagem mental. É bem feita que é para não ser só eu a sofrer
)
Estar de diarreia é das coisas mais tristes que pode haver. É um desafio à destreza física em que tentamos correr em direcção ao trono ao mesmo tempo que tiramos a roupa necessária. É um desafio intelectual em que estamos a equacionar a distância que temos de percorrer, e a rapidez em o fazemos, até chegar ao trono. É um desafio psicológico porque é inevitável que tenhamos que andar de elevador, ou de carro. A parte triste é que, mesmo que consigamos superar todos os desafios, sabemos que a coisa vai dar merda!
Felizmente, o meu fim de semana não foi uma tristeza completa, muito graças ao “pessoal”. Como o Faria já explicou, a intenção era aproveitar a vinda do Nelson e da Li a Lisboa para nos juntarmos numa janta. Como o Zezinho estava “triste”, não pode ir ao jantar. No entanto o Murphy decidiu trazer o jantar até ao Zezinho: o restaurante estava fechado, pelo que foi tudo (N, L, T, S e J) lá para casa, resultando num serão bem passado apesar das desventuras.
Domingo foi dia de ir até Oeiras para almoçar com a Gisela. Um belo bacalhau com natas, que devia estar muito bom… o Zezinho comeu bife de peru e arrozito, por causa do desafio. Infelizmente as máquinas fotográficas ficaram em casa e acabámos por perder alguns “cenários marítimos” fenomenais no Guincho e arredores. Foi uma pena, mas ficou-se a saber que há ali potencial bruto ![]()
Bilou, temos que lá ir dar uma olhadela com o vidro.
E assim foi, mais um fds.