Frase do dia
Tuesday November 25th 2008 ..
Filed under: ...nevermind (please!)

Quem não tem rato, caça com touchpad!
by me.



Stash
Tuesday November 25th 2008 ..
Filed under: House Stories

Eram pedras, pedaços de tubo e de vidro de garrafas de cerveja, caricas e esferovite.
Tudo muito bem acomodadinho atrás do rodapé amovível dos moveis da cozinha.

Da próxima vez que andar a ver casas, vou encavacar um ou dois vendedores.



Árvore
Monday November 24th 2008 ..
Filed under: Random Analysis

Gostei muito, muito, muito da reportagem “especial” que a TVI fez sobre o acendimento da árvore de natal de Lisboa, este ano no Parque Eduardo VII. Foram uns dois minutos e meio de reportagem fenomenais. São 1.625.000 microlâmpadas e cerca de 13 quilómetros de mangueira luminosa, tudo aceso até 6 Janeiro.

Da reportagem seguinte constou o lançamento de um CD, com a colaboração de vários artistas portugueses (e ainda o Angélico), para ajudar as crianças do Gana. Custa apenas 3€, sendo que metade desse valor vai para as criancinhas do Gana e a outra metade vai, provavelmente, para uma qualquer editora que, não duvido, seja igualmente necessitada.

Sem me querer adiantar muito, porque senão ainda digo o que não devo, fui só eu que notei nesta sequência uma coisinha de nada de hipocrisia?



Hellywood
Friday November 14th 2008 ..
Filed under: Inner Side

Apetece-me deixar aqui umas palavras sobre quarto filmes que vi, dois deles recentemente e outros dois há uns meses…
Os seus nomes: “Hancock” e “Hellboy 2″ como os mais recentes e “I am legend” e “Transformers” como os mais antigos.

Antes de qualquer preconceito de quem leia isto, havia potencial nas estórias, não se pode negar (talvez não tanto no hellboy, mas…), para quem gosta de uma ficção científicazinha onde mergulhar umas bolachas.

Pois é, “havia” mas não houve!
Qualquer um dos filmes é abordado com tremenda leviandade, não há respeito por nada (seriedade, regras, leis da física e claramente não é possível que tenha sido seguida uma estória original) e é enaltecida constantemente a estupidez e ignorância do povo americano.
Porque é que tem que haver uma comic relief ridícula que faz barulhinhos que tais?
Porque é que continuam a fazer saltinhos anti-naturais utilizando cabos, que até seriam interessantes se fossem bem conseguidos?
De certo modo até faz sentido, porque é para eles – os americanos – que os filmes são dirigidos: para serem consumidos acerbada embora acefalamente; ou melhor, com a mesma leviandade inconsequente usada para os fazer.

Fiquei irritado e cada um deles foi uma desilusão! Facilmente catalogados como “um filme ridículo de um conto provavelmente interessante”.

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Belo
Monday November 10th 2008 ..
Filed under: House Stories

Nada melhor para descansar de uma semana de trabalho do que passar o fim de semana doente!
Gostei mesmo muito, especialmente porque lá fora o sol estava fantástico.
Valeram umas séries, uns filmes, uns tiros no Ghost Recon 3 (e que saudades que eu tinha de tiros) e muitos mimos da minha menina.

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