Filed under: Bleeding Bytes
Algo está errado quando se tem um sonho em que entra a caixa de texto do google.
Algo está MUITO errado quando essa mesma caixa de texto contraria aquilo que lá escrevemos e o substitui por caracteres aleatórios.
Algo está errado quando se tem um sonho em que entra a caixa de texto do google.
Algo está MUITO errado quando essa mesma caixa de texto contraria aquilo que lá escrevemos e o substitui por caracteres aleatórios.
Posso ser só eu, mas tenho uma impressãozinha que há-de haver quem pense duas vezes antes de comprar uma marca nova de bom-bons, cujo anúncio vi pela primeira vez este fim de semana.
Há qualquer coisa, não sei, uma aura esquisita e um aroma que não é bem chocolate…
(se não vos “cheirar” logo ao que me refiro, carreguem na imagem)
Tirar um portatil da caixa e ligá-lo pela primeira vez é uma experiência agradável – mesmo que não se trate de um Mac.
Tudo funciona perfeitamente e o SO voa, de tão limpinho que está.
Pelo menos teoricamente…
Há uns tempos o meu Acer fritou de vez, pelo que, passadas umas semanas, lá se arranjou um substituto.
A primeira coisa que achei “piada” foi ao facto de, assim que o liguei, o windows vista ter começado a instalar. Sim, a instalar! Não estava instalado, estava pronto, numa partição do disco, a ser instalado. Cerca de 40 minutos depois (!!) pude testemunhar ao vivo o que é o vista. Ocorrem-me vários adjectivos e substantivos para o caracterizar, mas acho que o mais justo é: ranho. Ranho porque é “pegajoso”… tudo é lento, tudo tem um arrasto, os programas crasham constantemente, é irritante.
Ontem, ao fim de umas semanas ranhosas, decidi por fim ao sofrimento. Neste momento tenho um portátil jovem e energético em vez de um velho cirroso e engripado – note-se, o portátil é o mesmo, o SO é que não. Sim, face ao vista, o XP é um alívio.
Recebi um mail na conta da [Alunos] há poucos minutos com o seguinte título:
Erradicação da Pobreza – HOJE, 11 Dezembro 2008, 16 horas
Eu pensei: “Epah, que má fé, erradicar uma coisa quase sem aviso! Assim nem dá tempo para a pobreza se preparar. Espero que haja coffee break…”
E não é que há mesmo! Para os eurodeputados, secretário de estado e afins – os oradores – descansarem um bocadinho, que erradicar a pobreza dá fome. Especialmente porque no programa está que às 19h tem que estar feito… São três horas ali sempre a erradicar, erradicar, depois pausa para bolos, sumos e caviar, e depois erradicar o resto.
É de louvar.
Numa época caracterizada pelas greves, também o meu PDA decidiu que não havia de trabalhar mais. Faz hoje 10 dias que o encontrei desligado, e não ligou mais desde esse dia.
Talvez por isso esteja tão “sensível” aos anúncios de telemóveis, embora, confesso, ainda não tenha procurado um substituto.
Sei, no entanto, três coisas aplicáveis a quando me decidir por um telefone: não vai ser um PDA; não vai ser vodafone; se me cruzar com reis magos, vai haver violência.
Deve haver uma espécie de concurso, uma competição, qualquer coisa, a decorrer entre as secções de marketing das empresas. O objectivo: fazer o anúncio mais ignóbil.
A TMN apostou forte. Os anúncios com os magos são fenomenais e conseguem-me mesmo chamar a atenção – de tal forma que paro o que estiver a fazer e vou mudar de canal.
Já a Vodafone tem outra táctica. Uma música estúpida e coisinhas a rodar no ecrã durante alguns segundos antes do anúncio propriamente dito. Não iam longe não fosse o facto de repetirem o anúncio de 5 em 5 minutos (eu contei, ontem!!) durante os intervalos dos programas. Fica-se com um misto de vontades: comprar um par de tampões para os ouvidos e apedrejar as vitrinas da Vodafone.
O Santander também está bem, com duas pessoas a berrar “Sólé… Sólé dézaró” no cimo de um rochedo enquanto caem moedas por todo o lado. É uma cena que me transmite a ideia clara de “investimento seguro”.