No inicio desta semana decidi experimentar o comboio da ponte para vir trabalhar. Fui de bicicleta ate’ entrecampos, comprei o bilhete e meti-me no comboio, 15min depois estava no pragal e dai ate’ ao trabalho foi um instante.
O passe do comboio custa o dobro do do barco, mas o percurso faz-se em metade do tempo. Com 4 estações em Lisboa, abrem-se agora mais possibilidades e caminhos para descobrir. Me so happy
Depois de andar a pensar em instalar o Leopard ha’ alguns dias atrás a semana passada decidi instalar o gatinho e ver como é que ele mia aqui no Powerbook.
Falando apenas em performance, a diferença para o Tiger é grande. Este novo big cat da apple deu cartas aqui no G4 mostrando-se mais rápido e robusto, (penso eu por culpa do novo Finder).
Apesar do ganho de performance, muita das diferenças em relação ao Tiger ainda têm que mostrar o que valem, visto não terem convencido à primeira vista…
Curioso foi o kernel Panic que apareceu logo após a instalação…
Uma das coisas boas que veio deste teste ao Leopard foi um novo driver touchpad que descobri chamado iScroll2 que permite utilizar Two-Finger-Scrolling. Foi uma boa surpresa
Tive hoje o kick off da minha tese de mestrado. Serviu para tratar da parte burocrática e definir em traços muito gerais a estrutura da tese. Vou escrever sobre o último trabalho que tenho estado a desenvolver o Miradouro Virtual aka Virtual SightSeeing®
Está na hora de voltar a instalar o latex =)
De entre os meus muitos traumas de infância, existe um que ainda persiste até hoje: o medos de monstros. Sei que já sou crescidinho e os monstros não existem, no entanto, quando está escuro, por vezes ainda sinto aquele medo infantil dos monstros. Um dos principais culpados deste trauma é a série de televisão “Space 1999″. Não me lembro que idade tinha quando via isto na televisão, mas a série é de finais de ‘70 e deve ter passado por cá nos anos ‘80, por isso não tinha certamente mais de 8,9 anos. Quando recordei este video do youtube viajei no tempo
Esta senhora, a Maya, tinha a capacidade de se transformar noutros seres. Sempre que a via transformar-se em monstro para combater os outros monstros, tinha pena dela porque ela ficava bastante enfraquecida quando se transformava.
Para compensar a tarde de trabalho de domingo, o facto de ter de ir ao dentista, e termos a cerimonia de entrega de prémios da maratona fotográfica da EPAL esta tarde, aproveitei para tirar o dia. Para não variar não fiz nada de jeito. Limitei-me a descansar as pernas e o rabo, ainda meio dorido dos últimos 4 dias de pedaladas intensivas, enquanto fazia backups e ponderava uma possível instalação do Leopard num futuro próximo.
Quando cheguei à parte de backup do mail, respirei fundo. O meu processo de backup dos mail é algo moroso e geralmente quando quero encontrar um mail mais antigo, há muita acção na shell, e é sempre uma chatice dar com a coisa. Então pensei em fazer o que faço com as fotos ou com a musica. Tenho tudo num disco externo e depois configuro uma versão dos clientes para lerem essa informação. Foi então que tive uma ideia brilhante. (Como ando constantemente dividido entre duas máquinas, tenho utilizado muito IMAP em detrimento do POP, e o Gmail em detrimento das outras contas.) Voltando ao momento de inspiração, lembrei-me de colocar todos os mails no Gmail ao invés do disco externo. Desta forma teria disponiveis anos de emais acomulados de uma forma simples e encontrar um em particular passaria a ser muito mais fácil. Afinal de contas os mais de 6bg de espaço têm de servir para alguma coisa
Pus-me a procurar aplicações que copiassem ficheiros mbox para o gmail e depois de andar embrulhado com o python e não conseguir ir mais longe que uma série de erros, voltei a ter um momento de génio: Basta configurar uma conta IMAP para o gmail e fazer drag&drop dos mails para lá usando um qualquer cliente gráfico. E voilá Todos os mails até 2004 já lá estão. Agora se me dão um segundo vou ali ao armário procurar uns cd’s de 2001 e volto já.
Hoje é o terceiro dia consecutivo que vim de bike para o trabalho. Domingo quando acabei de atestar o depósito (39 Litros) e olhei para o preço a pagar (52.20 Euros) até fiquei parvo. A média de 4.3l com o ultimo depósito não chega para compensar o facto de nunca ter pago mais de 50 euros para atestar o carro. Neste momento com o preço do petróleo não compensa ir de carro todos os dias para o trabalho, e como não espero grandes melhorias no futuro próximo a bicicleta é neste momento o meio de transporte principal para ir trabalhar.
Hoje ate’ bati o record de tempo, 42min de casa ao barco.
Apesar de estar cansado e de me doer o rabo, nao queria ter vindo para o trabalho de outra maneira
Sexta feira quando sai do trabalho e estava parado na Av. Forças Armadas (havia um acidente no eixo e feito parvo achei que seria mais rápido ir direito a entrecampos… yeah right) recebi um telefonema da Dânia a perguntar onde é que estavam as coisas de zaragoza. Fiz uma pausa por um segundo e perguntei-lhe se era suposto ter acabado a coisa… Ela respondeu que sim. Humm… um aviso tinha dado jeito. Depois de desligar o telemovel e ter andando mais 3m sabia que teria de voltar durante o fim de semana por um par de horas para terminar o que ficou por fazer, mas o fim de semana tinha acabado de começar e comigo no carro vinha uma PS2 com o Buzz! e muitas horas de diversão pela frente. Cheguei a casa, montei o estaminé, e passamos as 5h seguintes (com um jantar pelo meio) a responder a perguntas
Domingo foi o dia escolhido para dar um satinho ao trabalho terminar o que tinha ficado por fazer, não sem antes, passar mais de 2h a pedalar em Monsanto, percorrendo trilhos nunca dantes percorridos
Depois de almoço fui com a Sílvia até à YDreams. A minha piquenina veio passar a tarde comigo e ficou a conhecer o meu local de trabalho. Poucos minutos depois de chegarmos apareceu o Mário, minutos depois o Manel, a Dânia e o Hugo. Era domingo à tarde e mais parecia dia de semana hehe.