Natação
Uma vez que o bodyboard não me diz nada, tenho aproveitado as idas à praia à hora do almoço para fazer uma horinha de natação numa piscina com ondas e tirar fotos ao ppl.
Uma vez que o bodyboard não me diz nada, tenho aproveitado as idas à praia à hora do almoço para fazer uma horinha de natação numa piscina com ondas e tirar fotos ao ppl.
… que ia estar hoje às 20h da tarde/noite a tomar banho na lagoa de Albufeira
Como todas as quartas feiras, hoje foi dia de BTT. Como eramos só 4, decidimos fazer uma volta diferente para aproveitar o magnifico fim de tarde. Levamos as bikes nos carros até à charneca e pedalamos até à lagoa de Albufeira.
Foi uma tarde para recordar, e um passeio para repetir.
Depois de termos tomado a decisão de tentar arranjar o nosso roomba antes de comprar um novo, lá mandei vir uma bateria nova e um par de rodas.
Chegaram ontem.
Instalei as rodas novas, corri o teste de diagnostico, e foi com um grande sorriso que vi que estava tudo bem. Fechei o roomba todo e deixei a bateria velha a carregar enquando fui almoçar.
Quando voltei do almoço, fui todo contente testar o roomba. Meti-o no chão, carreguei no clean e foi em choque que constatei que estava exactamente na mesma. Investiguei mais um bocado e cheguei à conclusão que era o “Body-Centered Circle-Dance”. As rodas rodavam em frente durante uns segundos depois invertiam o sentido, voltavam a andar para a frente e repetiam este movimento. Voltei a correr os diagnósticos. Sabia que ainda haviam 2 testes que estavam a falhar, o 4 e o 10. Comecei pelo 10, que era supostamente o culpado pelo problema.. Desmontei a roda da frente toda. Estava completamente entupida de cabelos e pelos. O sensor que detectava a rotação da roda da frente estava bloqueado pela quantidade de lixo. Limpei tudo e voltei a correr os testes. Continuava na mesma. Fui buscar o multimetro e comecei a verificar os fios dos sensores. Descobri que uma das fichas estava mal ligada. Depois de arranjar o problema voltei a correr o teste e desta vez passou ![]()
Testei o roomba mas o problema continuava. Só havia uma hipótese, o Wheel-Drop Check, que significa que o roomba acha que uma das rodas não está em contacto com o chão. Comecei a testar os sensores e os fios. Começei pela roda esquerda cujos fios tinham derretido. Quando estava a tentar encontrar um pedaço de fio ligado ao sensor para testar se estava partido acabei por arrancar os fios do sensor. Desta é que era, tinha pifado aquilo tudo. Pedi ao theo para ver se aquilo tinha solução ou tinha de comprar outro. Ao fim de 5min estava arranjado ![]()
Entretanto tinha testado os fios desse sensor e um deles estava pifado. Era aquele o culpado. Soldamos uns fios novos e corri novamente o teste. Passou! Meti o roomba no chão. Respirei fundo e carreguei no botão. Quando ele começa a andar em frente soltei um grito de alegria. Missão cumprida. 3 meses e pouco mais de 100 euros depois em peças, está como novo, e está para durar!!!!!!!
Hoje foi a segunda vez que experimentei, a primeira foi no inicio da semana.
Hoje as condições estiveram melhor.
Hoje apanhei 2 ondas.
Hoje fiquei quase 15min para voltar a “entrar”.
Hoje continuo a não achar grande piada à coisa.

Depois de ter encomendado uma motherboard errada para o roomba, à segunda foi de vez. (ou quase)
O Theo teve de fazer umas modificações à board, trocar uns encaixes e soldar uns fios directos, e eu passei um bom bocado a montar o roomba. Quando acabei de o montar e o liguei à corrente, não havia sinal de vida, o roomba continuava morto. Voltei a desmontar o bicho para ver se tinha deixado alguma coisa mal ligada, mas nada, estava tudo bem ligado. Voltei a montar tudo, e desta vez montei também as escovas e o caixote do lixo. Quando o voltei a ligar à corrente e vi a luz a pulsar laranja senti-me como o Dr Frankenstein quando deu vida ao seu monstro. Quando carreguei no Power e vi as luzes a acenderem-se e ouvi o roomba a fazer o *bip* só me apetecia gritar It’s Alive!!!!
Depois da euforia fiz o primeiro test run e verifiquei que o roomba estava a fazer a “Circle Dance”. Corri os diagnósticos e à um problema num dos sensores da roda esquerda que o impede de se movimentar correctamente. Vamos ser se tem solução…
As tardes de quarta, quinta e sexta foram passadas na praia na brincadeira com o meu velho amigo o vento de Oeste, que tinha andado desaparecido à já algum tempo. Já tinha muitas saudades
A primeira parte do mestrado, a entrega da tese, foi concluída.
Hoje fui a Évora entregar as cópias aos serviços académicos. Fui de comboio. Comprei o bilhete pelo site da cp, e foi com supresa que recebi o bilhete no telemóvel. Esta manhã quando chegou o revisor e tirei o telemóvel do bolso, ele olhou para a maquineta dele virou-se para mim e perguntou: – Sr Tiago? A tecnologia é fantástica. A viagem até Évora fez-se num instante. Voltar a ver os campos cheios de sobreiros e as cegonhas sentadas nos seus ninhos deixou-me com um sorriso na cara.
Percorri a pé o caminho da estação até ao espírito santo. Foi uma sensação de nostalgia percorrer as ruas estreitas, da cidade que outrora já foi nossa. Senti-me em casa.
No espírito santo foi cumprimentados pelos rostos familiares das senhoras do bar e meio a sorrir pedi a bela da torrada e do galão. Sentei-me abri o portátil e não consegui configurara a rede wireless que agora se chama eduroam.
Passeei pelos corredores e respirei tradição.
Cheguei aos serviços académicos, entreguei as cópias e a papelada e fui ter com o TJ (que eu não sabia mas fazia anos) e com o Cláudio. Cumprimentamos-nos com aquele abraço. Foi bom voltar a ver aquele pessoal. Combinamos ir almoçar ao Lavrador, e como ainda faltava pouco mais de uma hora, aproveitei para ir passear pela cidade e procurar umas caches. Chegado ao clv, percorri os corredores à procura de rostos conhecidos, mas não vi nenhum. Entrei na sala 136 onde o Saias estava a dar uma aula teórica de sistemas operativos 2, sentei-me a assistir aos últimos 15min. Lembro-me de à uns tempos ter comentado com a tir, que tinha pena de não ter aproveitado melhor as aulas. Bastaram 5min sentado naquela cadeira para mudar de ideas ![]()
Cheguei ao lavrador onde o Sr Zé ainda se lembrava de mim e arranjou logo uma mesa para podermos almoçar. O almoço foi o clássico. Tosta à lavrador (a meias com o TJ) e uma cola. Não há tostas iguais aquelas. Quando entramos no Civic do TJ faltam cerca de 7 minutos para o comboio partir. Graças a uma condução agressiva, quase sempre no red line, onde batemos os 140km/h consegui entrar no comboio 15seg antes dele partir. Foi por uma unha negra, mas não queria que fosse de outra maneira!
Foi uma manhã muito bem passada. Mal posso esperar para lá voltar daqui a uns meses para a discussão.
Sou um grande defensor de acesso livre a redes sem fios. Sabe muito bem quando estamos fora de casa, precisamos de internet e encontramos uma rede sem fios livre que nos permite enviar ou consultar aquele email. Desde que tenho internet em casa que sempre tive o desejo de partilhar a rede sem fios. Tentei usar a rede aberta durante uns tempos, mas as minhas paranóias com segurança fizeram com que rapidamente desistisse da ideia. Há uns dias vi que a ZON se tinha aliado ao FON e fui ver como é que os tipos resolveram o problema da segurança. Segundo o site, estavam a usar um firmware baseado no openwrt para criar duas redes wireless distintas, uma protegida para uso pessoal e outra livre para a comunidade.
Este fim de semana peguei na minha prenda de anos, o router dlink dir-300 (comprado devido ao preço e possibilidade de instalar o openwrt) e meti mãos à massa. 1h mais tarde tinha o redboot configurado e uns minutos mais tarde tinha o linux a correr no router. Ao fim de umas horas a tentar configurar a rede, percebi que ainda haviam uns problemas com o suporte para as portas do switch e era necessário compilar o kernel com um patch. Como já era tarde e não tinha grande vontade de compilar um kernel de raiz, instalei o dd-wrt.
Fiquei contente quando às 4h da matina depois de instalar a versão beta (sim, porque a estável nao funcionou) fiquei com tudo a funcionar.
Agora o router está a servir duas redes wireless, uma protegida para mim e outra livre para quem quiser usar.
happy leeching
Estas ultimas semanas têm sido passadas a trabalhar na dissertação do mestrado. Têm sido fins de semana uns atrás dos outros. Se me tivessem perguntado à coisa de mês e meio atrás diria sinceramente que se soubesse onde me estava a meter não me tinha metido na tese. Hoje, e a pouco menos de 2 semanas para a entrega da tese, continuo a achar o mesmo mas já me custa mais a dizê-lo. Pode ser que quando tudo estiver acabado consiga dizer que valeu a pena